Companheiros/as, essa atividade foi organizada pela Via campesina Sudamérica e CLOC (Coordenadora Latinoamericana das Organizações Campesinas), foi uma agenda larga, porém com várias atividades e uma seguida da outra. Nos dia 8 e 9 foi o encerramento de um programa de formação destinados as mulheres da Via campesina Sudamérica e CLOC, esse tinha um tema “Por um futuro sin hambre” “Cambio climático: Impacto em las mujeres y en la soberania alimentaria”. Participaram mulheres de vários países do continente como Honduras, Haiti, Guatemala, México, Nicarágua, Equador, Venezuela, Paraguai, Uruguai, Colômbia, Chile, Peru, Bolívia, Argentina, etc. Nesse espaço de dois dias tivemos debates sobre os seguintes temas: Programa atual: Soberania Alimentar vs Crise Alimentar; Modo de produção e consumo: impacto nas mulheres e na soberania alimentar; Onde e quem está nos organismos internacionais e nos governos; As ações e desafios das mulheres e suas organizações; Mudança climática e crise energética; Processo de reflexão desde as mulheres e suas organizações; Como reforça a nossa luta em torno da soberania alimentar; Mulheres por um futuro sem fome, todos esses temas tiveram a participação de facilitadores/as como Nalu Faria da Marcha Mundial de Mulheres, Juana Ferrer da CLOC, Jubileu Sur e etc. Após todo esse debate as mulheres tiraram um documento que vai ser lido na V Conferencia Internacional da Via Campesina que ocorrerá em Maputo Mossambique-Africa, com um posicionamento das mulheres de sudamérica sobre a soberania alimentar e apresentarão e darão lançamento a campanha internacional das mulheres por um futuro sem fome.


Seguindo com a programação nos dias 10 e 11 estivemos fazendo o FORO ABIERTO DE SOBERANIA ALIMENTARIA, nesse fórum estiveram presentes os campesinos da argentina e movimentos urbanos mais as representações dos países que estavam no espaço de formação das mulheres, foi um evento de caráter massivo onde estiveram presentes cerca de mil pessoas e a dinâmica foi de painéis e debates em grupos pequenos no primeiro dia e no segundo tivemos mais painéis e uma grande marcha pelas ruas de Rosário para denunciar as transnacionais e comunicar com a população argentina sobre a importância da soberania alimentar.


Terminando esses dois dias de fórum estivemos voltando as atividades em um grupo reduzido de representações dos países e mais propriamente dito com os delegados de sudamérica que estão pretendendo ir a V Conferencia Internacional da Via Campesina. Esse espaço foi o de maior importância e também era um espaço deliberativo para a Via sudamérica, nesse espaço teve a participação dos nove países que compõe essa região e quase todos os movimentos estiveram representados. Então estiveram presentes o Brasil, Equador, Venezuela, Argentina, Paraguai, Bolívia, Colômbia, Chile, Peru e a novidade nesse espaço é que estivemos a presença do Uruguai que planteava o ingresso na Via Campesina a partir de uma Rede de Mulheres Campesinas, esse movimento agrega 400 mulheres, e ao termino do evento a rede foi aceita pela e assim que temos a Via presente em mais um país.
A programação desse espaço foi a seguinte:
Dia 12 de agosto: Analise de Conjuntura Internacional; Apresentação da V Conferencia e resgate das anteriores;
Dia 13 de agosto: Organicidade Interna da via Campesina;
Dia 14 de agosto: Temas regionais (IALA, CURSOS DE FORMAÇÃO, ALBA, PARLASUR, ALIANÇA SOCIAL CONTINENTAL, etc).
Após todos os debates também se agregaram mais alguns movimentos que já participavam ou tinham articulação com a via nos países como a PJR (Pastoral da Juventude Rural – Brasil), MNCI (Movimento Nacional Campesino Indigina – Argentina), e a Rede de Mulheres no Uruguai como falei anteriormente, esses e mais alguns solicitaram membresia efetiva na via campesina e vão ser aprovados definitivamente em Maputo – África.
Não vou relatar os dias e as discussões porque depois o relatório vai está disponível na página da Via ou solicitamos a Secretaria Operativa, quero relatar o que saiu de importante para a FEAB e CONCLAEA.
Para a FEAB foi garantida a nossa vaga como delegado na conferência e mais uma vaga para a juventude da via campesina que ainda vai ser discutida e decidida.
Para a CONCLAEA, como na conferencia tem um espaço de dois dias de reunião com os aliados estratégicos da Via, a CONCLAEA estará planteando ser convidada como entidade aliada da VIA e o companheiro Egidio vai fazer a defesa da nossa participação na Conferencia porque estamos indicando seis entidades e temos somente o direito a convidar cinco, se tudo ocorrer bem significa que podemos levar mais uma pessoa da CONCLAEA, que temos que decidir o país.





Seguindo com a programação nos dias 10 e 11 estivemos fazendo o FORO ABIERTO DE SOBERANIA ALIMENTARIA, nesse fórum estiveram presentes os campesinos da argentina e movimentos urbanos mais as representações dos países que estavam no espaço de formação das mulheres, foi um evento de caráter massivo onde estiveram presentes cerca de mil pessoas e a dinâmica foi de painéis e debates em grupos pequenos no primeiro dia e no segundo tivemos mais painéis e uma grande marcha pelas ruas de Rosário para denunciar as transnacionais e comunicar com a população argentina sobre a importância da soberania alimentar.


Terminando esses dois dias de fórum estivemos voltando as atividades em um grupo reduzido de representações dos países e mais propriamente dito com os delegados de sudamérica que estão pretendendo ir a V Conferencia Internacional da Via Campesina. Esse espaço foi o de maior importância e também era um espaço deliberativo para a Via sudamérica, nesse espaço teve a participação dos nove países que compõe essa região e quase todos os movimentos estiveram representados. Então estiveram presentes o Brasil, Equador, Venezuela, Argentina, Paraguai, Bolívia, Colômbia, Chile, Peru e a novidade nesse espaço é que estivemos a presença do Uruguai que planteava o ingresso na Via Campesina a partir de uma Rede de Mulheres Campesinas, esse movimento agrega 400 mulheres, e ao termino do evento a rede foi aceita pela e assim que temos a Via presente em mais um país.
A programação desse espaço foi a seguinte:
Dia 12 de agosto: Analise de Conjuntura Internacional; Apresentação da V Conferencia e resgate das anteriores;
Dia 13 de agosto: Organicidade Interna da via Campesina;
Dia 14 de agosto: Temas regionais (IALA, CURSOS DE FORMAÇÃO, ALBA, PARLASUR, ALIANÇA SOCIAL CONTINENTAL, etc).
Após todos os debates também se agregaram mais alguns movimentos que já participavam ou tinham articulação com a via nos países como a PJR (Pastoral da Juventude Rural – Brasil), MNCI (Movimento Nacional Campesino Indigina – Argentina), e a Rede de Mulheres no Uruguai como falei anteriormente, esses e mais alguns solicitaram membresia efetiva na via campesina e vão ser aprovados definitivamente em Maputo – África.
Não vou relatar os dias e as discussões porque depois o relatório vai está disponível na página da Via ou solicitamos a Secretaria Operativa, quero relatar o que saiu de importante para a FEAB e CONCLAEA.
Para a FEAB foi garantida a nossa vaga como delegado na conferência e mais uma vaga para a juventude da via campesina que ainda vai ser discutida e decidida.
Para a CONCLAEA, como na conferencia tem um espaço de dois dias de reunião com os aliados estratégicos da Via, a CONCLAEA estará planteando ser convidada como entidade aliada da VIA e o companheiro Egidio vai fazer a defesa da nossa participação na Conferencia porque estamos indicando seis entidades e temos somente o direito a convidar cinco, se tudo ocorrer bem significa que podemos levar mais uma pessoa da CONCLAEA, que temos que decidir o país.



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